Veja repercussão da morte do Professor Aluísio Pimenta.

11 de maio de 2016

A Morte do Professor Aluísio Pimenta repercutiu no meio politico e acadêmico e deixou a sociedade mineira condoída.

Personalidades, políticos e Instituições publicaram mensagens em redes sociais e divulgaram notas para lamentar o seu falecimento, que ocorreu segunda-feira, (09) em Belo Horizonte, aos 93 anos, em decorrência de um Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Mais jovem reitor da Universidade Federal de Minas Gerais, em 1964, e primeiro reitor da Universidade Estadual de Minas Gerais, em 1991, criou em 1996 a Fundação de Apoio e Desenvolvimento da Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais, que desde então, com seriedade e inovação, vem contribuindo para o bem estar da sociedade, exercendo com responsabilidade, ética e qualidade sua missão, agregando valor em educação e promovendo o desenvolvimento social.

Nascido em Peçanha, no Leste de Minas, formou-se em Odontologia e Farmácia, atuou tanto na esfera politica quanto acadêmica, com a mesma paixão e entrega que teve á família e a Minas Gerais.

Humanista, com um dom especial para lecionar, ele lutou pela educação (é dele a fala “Educação, minha causa”) e se tornou uma das personalidades mais importantes do país: no incentivo á educação, cultura, ciência e politica.

Ontem, no seu velório, personalidades e anônimos dedicaram palavras de afago á família em especial à Professora Wanda Lacerda, esposa e companheira dedicada, que lhe amparou e cuidou com afeto.

Ao longo de sua trajetória colecionou inúmeros títulos e homenagens pelos seus projetos em prol da educação, em todas as suas áreas de atuação. Mas sem dúvida foi como dedicado pai, esposo, irmão e amigo que ele teve estimulo e se pautou para seguir seu caminho brilhante, no Brasil e nos países que ele viveu sempre como professor. Ontem, uma anônima dizia que ao Professor Aluísio se aplica aquela diferenciação que se observa na língua alemã, “ser professor/estar professor”. Aluísio Pimenta é Professor. Essa foi e será sempre sua marca.

Futuras gerações de professores, certamente, lecionarão com o exemplo que ele nos deixou: dedicação e credulidade nos estudos, pois “só a educação fará do Brasil um país fácil de governar, difícil de dominar e impossível de escravizar”.

O jornal “Estado de Minas” destacou a morte do Professor lembrando que ele foi um entusiasta e defensor da cultura brasileira. No mesmo tom lamentou o atual reitor da Uemg, Dijon Moraes Júnior, em reportagem no jornal “O Tempo”: “Nós o consideramos o fundador da UEMG. A concepção e o primeiro projeto da universidade são dele. Sentimos muito sua morte por tudo o que fez pela educação no Brasil”.

 Em nota o Governador do Estado, Fernando Pimentel ressaltou o legado do Professor Pimenta e lamentou “Minas Gerais perde uma referência acadêmica e uma pessoa sempre sintonizada com as causas sociais e com a defesa da democracia”.

O portal de noticias G1, da globo.com, ressaltou a contribuição do Professor Aluísio Pimenta na formação de pesquisadores e sua trajetória politica.

A diretoria do Conselho Regional de Farmácia de Minas Gerais (CRF/MG) manifestou-se dizendo que, o Brasil perdeu um dos seus mais ilustres farmacêuticos e lamentou com pesar a noticia.

A Secretaria Estadual de Cultura em nota disse: A cultura e educação do país perdem um dos seus grandes entusiastas”.

Na sua conta no twitter, o senador mineiro Aécio Neves manifestou: Minas perdeu hoje um dos mais respeitados homens públicos de sua história. O Professor Aluísio Pimenta disse o senador na rede social, nunca perdeu a confiança no Brasil e nos brasileiros.

Sentidas foram as palavras proferidas por Dom Justino Bueno, capelão da Abadia Nossa Senhora das Graças, durante a liturgia exequial. Para o monge, o Professor Aluísio, foi um escritor, educador e politico e, sua mensagem de vida ficará para as futuras gerações exemplo de humanista e politico, comprometido com a justiça social.

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